Jornalismo: o poder da mudança

A ascensão das novas tecnologias e mídias sociais na área da comunicação, facilitou a disseminação de informações por diversas pessoas em qualquer lugar no mundo. Nesse processo surgiu uma criação exagerada de fake news, ou seja, notícias falsas sem fundamentação, nesse sentido o código de ética dos jornalistas serve como orientação em relação aos deveres e direitos de quem realmente exerce essa profissão com ética, cujo principal objetivo é enfatizar que todas os fatos devem ser investigados antes da sua disseminação ao público, garantir o direito de resposta e o sigilo da fonte.

Os jornalistas possuem mais do que uma profissão, eles detêm em suas mãos o poder de mudança, de manter a sociedade informada de todos os acontecimentos em geral. Para realizarem seu trabalho de forma com que não prejudiquem os demais, eles necessitam de uma formação exemplar, tendo como base o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Partindo dos artigos do novo Código, atualizado no ano de 2007, observamos que é de direito fundamental do cidadão o acesso à informação, sendo de dever constitucional do jornalista informá-lo sem nenhuma restrição. Ou seja, o jornalista deve sempre ser contrário a qualquer tipo de censura ou mesmo de auto-censura (ZANARDI, 2009, online).

Esse código também orienta a conduta dos jornalistas e dos veículos de comunicação para que a ética profissional não seja deixada de lado, caso contrário as informações noticiadas seriam impregnadas de sensacionalismo, opiniões pessoais, preconceito, entre outros, mesmo assim ainda existem profissionais da comunicação que não seguem essa orientação e tentam alienar as pessoas com sua versão dos fatos, muitas vezes distorcidas.

Sem dúvida nenhuma, fatos relevantes são notícias que o povo quer ver, mas nem sempre o que as emissoras de TV, rádios, jornais e revistas divulgam, são necessariamente verdades jornalisticamente éticas e incontestáveis. No atual contexto, em que o capitalismo dita as regras da economia, tudo passa a ter seu valor mercadológico, inclusive a notícia. Até aí, tudo bem. Mas notícia como mercadoria pode e deve ser tratada dentro dos princípios da conduta ética e profissional, tendo como objetivo, acima de tudo, oferecer boa qualidade de informação e satisfazer às necessidades de consumo dos leitores com um produto fidedigno. E este aprendizado sobre o que é ético e o que não é começa nas escolas de jornalismo. (SILVÉRIO, S.D. online).

Nesse sentido, é importante que as pessoas que exerçam a profissão de jornalista e comunicador social, devem ter conhecimento técnico para isso, ou seja, formação superior nessa área, caso contrário, o código de ética não terá o efeito esperado.

 

Referência

SILVÉRIO, Alessandra. Jornalismo: uma questão de ética. Disponível em: http://www.mnemocine.com.br/aruanda/eticajornalistica.htm. Acesso em: 28 out. 2018.

ZANARDI, Gabriela. A importância da ética no jornalismo. 23/06/2009. Disponível em: http://ethosjornalismo.blogspot.com/2009/06/importancia-da-etica-no-jornalismo.html. Acesso em: 28 out. 2018.

 

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